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“Toda a categoria fica abaixo porque o nível 1 é o básico da carreira de professores”

O nível 1, que tem 52 professores, está em extinção,. São profissionais de carreira aprovados em concurso sem a exigência do curso superior. Para o Ceprol, o grupo tem direito a receber o piso nacional do magistério.



Antes de iniciar a campanha salarial/2023 propriamente dita, o Ceprol Sindicato quer resolver uma situação, que a princípio atinge diretamente 52 professores do nível 1, categoria em extinção. Esse grupo está recebendo abaixo do piso nacional do magistério, algo em torno de 7,57 % a menos. “A partir de janeiro de cada ano, o salário básico dos professores precisa ser reajustado. Todo ano saiu uma lei com o índice de reajuste do piso e portanto os salários devem estar enquadrados nesse valor mínimo para nível médio da categoria e depois os outros vão incidindo sobre esse nível que é carreira docente”, explicou a presidente do Ceprol, Cristiane Mainardi no Berlinda News de hoje (2), junto com a vice-presidente Rosi Petersen e o tesoureiro do sindicato, Felipe Diego.

Efeito cascata

“Toda a categoria fica abaixo do piso em 7,52, porque o nível 1 é o piso, a referência o básico para a carreira dos professores. Se o professor tem pedagogia vai incidir 20% a mais no seu salário sobre o nível 1. É efeito cascata, essa é progressão vertical, a troca de nível. Conforme o professor vai se formando com graduação, pós, mestrado , doutorado”, diz Cristiane.

Achatamento

“É preciso que o valor do piso seja alterado em cascata para não ocorra um achatamento. Ou seja, reajustando para os 52 professores com magistério, todos os demais professores também devem ter o salário reajustado. Ou então que incentivo teremos para realizar uma especialização e continuar evoluindo profissionalmente?”, questiona Rosi.

Abono salarial

Ainda segundo a presidente Cris, a ideia inicial do governo municipal é aplicar este aumento ao grupo do magistério como um abono salarial. “No caso, não incidiria pela carreira e vemos isso como um problema, porque existe uma carreira. Não podemos reajustar para 52 pessoas e não reajustar para toda a categoria e nem colocar como abono salarial, já que assim, não entra na aposentadoria”, explicou.

Nesta quarta-feira (1º), houve uma reunião entre representantes do sindicato e da administração municipal que ainda não chegaram a um acordo. “Já avisamos que o sindicato não aceitará um reajuste somente para 52 pessoas.”

Durante o programa, também foi tratada a situação do IPE, o plano médico “oferecido” aos professores que é outra reivindicação, já que, de acordo com a categoria, por muitas vezes, mais onera do que alivia. Assista abaixo, o programa completo.


Fonte: Berlinda News

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